Especial seres abomináveis: Yeti

Por: Priscila Gorzoni

Seu nome surgiu da palavra “yeh teh” traduzido por: “animal desconhecido das montanhas”. Mas ficou conhecido para o resto do mundo como “o abominável homem das neves do Himalaia”. Segundo as lendas locais o Yeti é um gigante que caminha sobre duas pernas, possui o corpo recoberto de pêlo escuro, mas com uma pele por baixo, que se percebe como um rosto peludo e bem humano. Seus braços são compridos até o joelho, as pernas são fortes e os pés voltados para trés. Eles viviriam em cavernas de uma grande altura e portam uma força descomunal. As fêmeas teriam os peitos tão compridos, que para correr os jogariam sobre os ombros. Ambos são carnívoros e se alimentam de yaks (bois do Himalaia), mas se a fome apertar e em momento de escassez, eles podem caçar homens para comer. Entretanto, as fêmeas parecem mais terríveis, pois se a fome apertar, elas dariam uma de Louva-Deus e comeriam os machos. Segundo cálculos feitos em relatos, o monstro teria pelo menos 2,4 metros, mais de 60 centímetros do que um homem comum e pesaria aproximadamente 150 quilos. O mais curioso é que seus rastros já foram seguidos por muitos quilômetros, sem que ele se apoiasse em outros membros. “Fato que o coloca como um bípede tal qual o homem. Isto deixa aberta a hipótese de se tratar de um símio desconhecido. Na verdade, ele se parece com um gorila das neves”, exemplifica Mário Corso. Para encontrá-lo, inúmeras expedições foram feitas, mas todas sem sucesso. A única coisa que sabemos sobre ele são os seus rastros na neve e o esqueleto de uma mão encontrada. Essa pista foi colocada no convento de lamas em Pangoche, no Nepal. De uma mostra dela foram feitos vários testes sanguíneos, que acabaram indicando não ser de qualquer humano ou primata conhecido. A primeira pessoa a ver as pegadas do Yeti nas neves foi o major L. A . Waddell, um major do exército britânico em 1889, num pico a noroeste de Skkin. Porém, ele tornou-se famoso em 1921 quando uma expedição de alpinistas, que percorria a Índia disseram terem visto no meio da noite um gigante dormindo na neve. Vários tiros foram disparados contra ele, mas o monstro saiu correndo, deixando apenas um rastro de sangue no seu encalço. Ao mesmo tempo foram expostas em Londres fotos das tais pegadas feitas pelo explorador Eric Shipton durante suas aventuras no Everest. Enquanto isso, houve um alarde sobre uma expedição de que caçadores hindus teriam capturado um desses monstros. Segundo o coronel K. N. Rana, diretor do Bureau de Minas do governo do Nepal, o homem capturado teria o corpo coberto por pêlos castanhos e teria a cara hedionda. No entanto, não foi possível vê-lo, porque de acordo com o coronel, o monstro recusou-se a comer e morreu de fome. A partir daí a caça aos Yeti tornou-se uma distração naquela região. E trouxe várias teorias sobre o assunto, uma de que o gigante seria um descendente de um macaco pré-histórico refugiados em zonas remotas ou seriam alucinações provocadas pela falta de oxigênio nas altitudes elevadas.

Fonte: Enciclopédia das assombrações, Priscila Gorzoni

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